Estúdio brasileiro de jogos indie em pixel art. Primeiro lançamento: Runecast, auto-battler de defesa onde três runas iguais invocam quem luta por você.
Arremesse o saco de couro na mesa. Seis pedras rolam, três iguais chamam alguém para lutar por você — e o portão só aguenta um.
As runas decidem quem você recebe; você decide onde ele fica. Monte a linha nas três pistas, funda o que repete, gaste na tenda do mercador e puxe a corrente. São dez vagas até a bruxa esqueleto — e do meio do caminho em diante o mundo escurece rumo à Boca de Ferro.
Runecast é o primeiro a sair desta forja. A página da loja está no ar — e é a lista de desejos que decide se a estreia aparece. O resto é com o martelo.
A mata escureceu e o que anda nela não é bicho. Você é o Vigia: carrega a única luz que restou, e ela queima enquanto você aguentar.
Survivor roguelike de folclore brasileiro. A cada nível um encantado se manifesta e põe três bênçãos na sua frente — você escolhe uma, e ela decide o resto da noite. As fagulhas ficam de uma run para a outra; a mata, não.
Runecast está na bigorna, rumo à Steam, e WardFire esquenta ao lado. Esta é a que espera a vez — na ordem do calor, não do calendário. Promessa de ferreiro vale pelo aço.